"Para mudarmos o mundo, primeiro precisamos mudar a forma de nascer." Michel Odent
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sábado, 18 de junho de 2016

Humanização do Parto


     Como deixar de escrever sobre o assunto quando se participa do II Congresso Nacional de Parto Humanizado? Acabo de chegar em casa e não me seguro de tanta felicidade! Sinto muita gratidão por poder ter comparecido neste evento que aconteceu na Alesc, nos dias 16 e 17 de junho e poder aprender todos os dias com pessoas e profissionais maravilhosos, ainda mais, sobre o parto e o atendimento humanizado.

     A gestação, parto e nascimento são eventos marcantes para a mulher e o bebê. Ser recebido de uma forma respeitosa e acolhedora marca positivamente a vida dos dois. Por isso, informação é fundamental para que esse momento não fique marcado pelo sofrimento e a violência obstétrica. 


     Humanizar o parto é reconhecer a capacidade de gerar um novo ser e de parir. 


     
     
     O parto humanizado não é um novo tipo de parto, trata-se de respeito ao corpo feminino. A assistência humanizada deve enaltecer o poder da mulher (empoderamento feminino) de parir e a sua segurança quanto ao seu corpo para que ela possa viver esse momento plenamente.


Humanizar o parto é devolver à mulher o protagonismo desse momento.

    


     Para que isso ocorra é preciso que ela tenha acesso a informações seguras e baseadas em dados científicos e, preferencialmente seja acompanhada de uma equipe interdisciplinar. Ou seja, nada é feito seguindo crenças e mitos. Tudo é verificado antes de ser aplicado com a gestante, é o que chamam de medicina baseada em evidências.

   É necessário entender que a gestação e o parto são processos instintivos, naturais e fisiológicos. Segundo o Ministério da Saúde, apenas uma pequena parcela das gestações necessitam de alguma intervenção ou cuidados especiais e em muitos casos os problemas que surgem na gravidez podem ser resolvidos com procedimentos simples durante o pré-natal, por isso é tão indicado o parto normal. Tanto para a mãe quanto para o  bebê ele representa menos riscos. Além de que o trabalho de parto produz uma grande quantidade de ocitocina natural, também chamado de hormônio do amor e um coquetel de hormônios que ajudam na recuperação, no bem estar e no vínculo mãe-bebê.

Humanizar o parto é respeitá-lo, é celebrá-lo!


      E este é o motivo porque me tornei doula e o que mais amo fazer nesta vida!

     
     
   

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Bem-vindos!

   Olá, gestantes, mamães, papais!


     Sejam muito bem-vindos ao blog que estou construindo com muito amor e carinho para compartilhar com vocês muitas informações sobre gestação, parto e pós-parto.

      Primeiramente quero me apresentar meu nome é Jaqueline Zanatta, tenho 33 anos, sou doula em Florianópolis, estudante de Fisioterapia (UDESC), mãe do Antônio de três anos e esposa (tudo não necessariamente nesta ordem, rsrsrs). Meu interesse pela gestação e parto surgiu a partir do momento que me tornei mãe, após o nascimento do meu filho e uma longa jornada descobri que amo tudo o que se relaciona com gestação, parto, pós parto e maternidade, mulheres e bebês, então ingressei na Fisioterapia em 2015, fiz a formação de doula pós-parto e educadora perinatal ministrado pela doula Ana Paula Markel, certificada pelo Dona Internacional (www.dona.org). Em 2016, me formei doula de parto pela Ong Amigas do Parto e conclui o treinamento básico e avançado de doula com a Ana Paula Markel.
      É bem provável que você chegou até mim porque está procurando uma doula, querendo saber mais sobre essa ocupação ou com dúvidas sobre assuntos que envolvem esse universo, sinta-se a vontade para navegar pelo blog.
      Um grande beijo,
      Jaqueline